Nestes versos que escrevo, vão pedaços de mim, do qual eu quero me livrar, e escreve é me libertar...
Esta preso dentro de mim, e qualquer forma de expressão é censurada. Está morto?! Não se meche, e não respira!
Mas bate! Bate rápido e lento ao mesmo tempo... E eu ainda não sei como isso é possível.
Talvez não seja, e é isso que faz dele especial... Essa impossibilidade real! Real e pulsante, vive sem ter vida e pulsa sem ter sangue...
Não é tão simples que possa nomealo , compara-se com tudo o que eu já vi ao mesmo tempo!
É calmo e profundo como os lagos cristalinos, e tão agitado quanto um furacão e esconde seus mistérios como qualquer noite e faz sombra como qualquer luz!
As vezes é tão frio que me faz arrepiar,e tão quente que me faz delirar...
Tão veloz quanto o som e tão lento quanto um sussurrar no ouvido!
É fascínio...E ao mesmo tempo me amedrontas esses teus efeitos colaterais em mim...E persiste a duvida se realmente você está aqui...Se sou só eu...ou se é a solidão em mim!
(J.E.S.)